Dados Técnicos do Projeto
Objetivos
Perfil da Instituição Executora
Eixos articuladores
Justificativa
Modalidades de ações
Condições de Acesso
Operacionalização
Funcionamento do Curso
Fluxograma
Avaliação
Titulação
Cronograma
Profissionais Envolvidos
Serviços
Infra-estrutura disponível
Percurso do aluno
Atividades Curriculares
Fale Conosco
 

Dados Técnicos do Projeto

Instituições envolvidas

Universidade Federal da Bahia/ Faculdade de Educação (UFBA/FACED)
Grupo de Educação, Comunicação e Tecnologias - GEC/UFBA

Caráter
Ensino semi-presencial
Local de Execução

Faculdade de Educação da UFBA (FACED/UFBA)

Período

Início: agosto de 2004; Término: agosto de 2005

Carga Horária
Duração total de, no mínimo, 360 horas e no máximo 500 horas
Vagas

67 alunos

Responsáveis pela proposta

Nelson De Luca Pretto - Doutor (FACED/UFBA - Departamento de Educação II) [pretto@ufba.br]
Maria Helena Bonilla - Doutora (FACED/UFBA - Departamento de Educação II) [bonilla@ufba.br]
Alessandra Assis Picanço - Doutoranda (FACED/UFBA) [alessand@ufba.br]

 

INÍCIO

 


 

Perfil da Instituição executora

A Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia foi fundada em 1968. Possui cursos de graduação em Pedagogia, Ciências Naturais e Educação Física e um Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação com cursos de Doutorado e Mestrado, além de outros cursos lato sensu.
O quadro de Professores da Faculdade é composto de doutores, mestres, especialistas, bacharéis e licenciados com experiência em Didática, Metodologia do Ensino, Psicologia da Educação, Gestão, Organização da Educação Brasileira e Avaliação. A Pós-Graduação foi implantada em 1972 com o curso de Mestrado, tendo como área de concentração a Educação Brasileira. Desde 1992 o Programa passou a ter também o curso de Doutorado. Já formou mais de 200 mestres e cerca de 30 doutores. Atualmente o Programa de Pós-Graduação possui o conceito 4 atribuído pela CAPES.
Nos últimos anos, a produção científica e técnica do corpo docente caracterizaram-se pelo aprofundamento das questões de currículo e tecnologias da informação e comunicação, da filosofia, linguagem e ação educativa, emergindo a questão da gestão educacional no âmbito de estudos sobre políticas, a educação infantil e estudos sobre ludicidade no contexto da ação educativa, bem como questões de gênero e da dimensão pedagógica das artes cênicas.
A Faculdade vem repensando os seus rumos e, com base na produção acadêmica até o ano de 1999, passou a adotar uma nova área de concentração na sua Pós-Graduação: Educação, Sociedade e Práxis Pedagógica.
Também, nessa mesma perspectiva, a Faculdade vem atualizando seu parque tecnológico, contando atualmente com três laboratórios de informática, terminais públicos de acesso a Internet e com um espaço multimidiático dispondo de TV, vídeo, computador, som, projeção e conexão. Disponibiliza também o ÉduCANAL - a imagem da educação, um canal interno de produção e veiculação de programas televisivos. Este espaço tem propiciado a alunos e professores da FACED acompanhar a programação educativa e cultural dos canais Futura, TV Escola, TV Cultura, TVE e outros, além de estar se constituindo no espaço da produção do Canal Universitário/TV UFBA.
A Faculdade também conta com a Biblioteca Anísio Teixeira, cujo acervo é atualizado constantemente, e com a publicação de quatro revistas acadêmicas onde são publicados artigos de autores locais, e nacionais.

Universidade Federal da Bahia - Faculdade de Educação
Direção: Nelson De Luca Pretto/Mary Arapiraca
Av. Reitor Miguel Calmon s/n - Vale do Canela
40110-100 - Salvador - Bahia
Fone: 0__ 71 263 72 72 Fax: 0__ 71 263 72 92
Email: faced@ufba.br http://www.faced.ufba.br

 

 

 

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Plano do curso

Justificativa


Vivemos um período de mudanças generalizadas na sociedade e, especialmente no Brasil, no sistema educacional. No plano mais geral vemos essas transformações ocorrendo em todas as áreas, com especial atenção aos avanços tecnológicos dos sistemas eletrônicos de comunicação e informação. O sistema educacional também tem alterado a sua dinâmica, de modo articulado com o conjunto dessas transformações. Globalização, sociedade da informação, mudanças nas relações de trabalho e exigência de novas competências do trabalhador, crise ambiental, são alguns dos aspectos básicos que precisam ser considerados no processo de qualificação dos sujeitos da cultura e, em especial, daqueles que são profissionais da educação que retro-alimentam esse processo.
Em que pese a necessidade de uma plena inserção no mundo contemporâneo, especificamente no Brasil, exige-se dos profissionais da educação um processo de atualização constante, através de programas de educação permanente e continuada, dada a intensidade de transformações do sistema educacional brasileiro. As mais evidentes são as mudanças na estrutura dos currículos, a implantação de novas sistemáticas de avaliação, com ênfase nos projetos de educação a distância e de utilização das tecnologias da comunicação e informação na educação.
Este curso procura atender a essa demanda, traçando o contorno de um programa, com o intuito de criar condições para a compreensão do mundo atual e com possibilidades de intervenção em todo esse processo, tomando como princípio norteador a inseparabilidade entre as dimensões do "ser", "pensar" e "agir", próprias da natureza de cada ser humano. Nesse sentido, a provocação já está posta com a expressão "tecnologia e novas educações" no título desta proposta, que representa uma crítica ao alardeado processo de modernização do sistema educacional pautado no simples uso das chamadas "novas" tecnologias que buscam elevar o mesmo tipo de educação a um maior grau de eficácia e eficiência. Ao mesmo tempo essa expressão aponta para um problema fundamental: diante do contexto atual de mudanças, marcado pela presença das tecnologias, as formas de educação, normalmente concentradas no modelo da escola única, precisam ser repensadas, reinventadas, pluralizadas. Isso significa inclusive superar o modelo de "aula" como única possibilidade de espaço-tempo de relações entre os sujeitos envolvidos no processo educativo. Significa transformar o espaço-tempo educativo num campo de onde emergem atividades curriculares que articulem os conteúdos às ações, o saber ao viver. Isso implica superar a fragmentação do currículo escolar, organizado em disciplinas.
Este programa, voltado para a qualificação de profissionais da educação e de áreas afins, está organizado de modo a reconhecer e explorar a complexidade do processo de construção do conhecimento. Busca provocar o diálogo entre os sujeitos e para além deles, ampliando a rede de relações ao envolver outros sujeitos que possam contribuir para dinamizar o processo. A dinâmica de interações envolverá encontros em espaço e tempo comuns e não comuns aos sujeitos, explorando, desse modo, o potencial interativo das tecnologias da comunicação e informação.
Esse modo de organização se materializa na proposição de ações que irão desencadear a discussão de assuntos relacionados com tecnologias interativas, redes, multimídia, tecnociência, cultura, produção de conhecimento e informação, políticas públicas, currículo, práticas docentes, hipertexto, relação homem-máquina, os quais, por sua vez, irão provocar a realização de outras ações, num processo ininterrupto de ação-reflexão-ação.

 

INÍCIO


Objetivos


Objetivos Gerais

·        Oportunizar a análise sobre as mudanças sócio-político-culturais mais gerais ocorridas no processo histórico contemporâneo no campo da educação, com particular ênfase nas tecnologias da comunicação e informação, bem como as implicações das políticas públicas brasileiras nos últimos anos, buscando articular a formação de uma postura crítica diante das mudanças do mundo contemporâneo com uma práxis educativa ativa, propositiva e dinâmica

Objetivos Específicos

·       estimular atitudes favoráveis diante do uso de tecnologias na educação como elementos estruturantes de diferentes possibilidade de formação dos cidadãos do mundo contemporâneo

·   fomentar a reflexão-ação diante de práxis pedagógicas vivenciadas em cada espaço-tempo específico, a partir de condições, problemas e soluções próprios

·    estimular a produção coletiva de conhecimento e de propostas de ensino-aprendizagem

·   fomentar a discussão sobre a complexa relação entre pessoas, máquinas e grupos sociais e a reflexão sobre essa relação nos processos de ensino-aprendizagem

·    estimular um processo de ensino-aprendizagem voltado para a busca, análise e tratamento de informações, uso de bibliotecas digitais e virtuais, integração e criação de comunidades virtuais e expressão multimidiática

 

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Eixos articuladores


Os eixos organizam saberes considerados relevantes no contexto da proposta deste curso. São eles:

A dimensão estruturante da tecnologia
Coordenador responsável: Maria Helena Silveira Bonilla

Tecnociência, educação e cultura
Coordenador responsável: Nelson De Luca Pretto

Sujeito na contemporaneidade - o homem máquina
Coordenador responsável: Edvaldo Couto

Políticas públicas de educação e tecnologia
Coordenador responsável: Simone de Lucena Ferreira

Práticas Docentes
Coordenador responsável: Alessandra de Assis Picanço

Produções acadêmicas
Coordenador responsável: Maria Roseli Gomes Brito de Sá

 

 

A dimensão estruturante da tecnologia

Coordenador responsável: Maria Helena Silveira Bonilla

Esse eixo articulador apresenta uma abordagem da tecnologia que vai além do enfoque meramente instrumental hoje comum na prática escolar. Proporciona uma práxis pedagógica entrecruzada com o uso de tecnologias, explorando e analisando o potencial da educação a distância. Aborda polêmicas contemporâneas elegidas a partir de vivência concreta da dimensão estruturante da tecnologia no modo de produção de conhecimento e de interação entre sujeitos dentro e fora `o curso.

Bibliografia básica:

ASSMANN, Hugo. A metamorfose do aprender na sociedade da informação. Ciencia da Informação, Brasília, v. 29, n. 2, maio-agosto, p. 7-15.

ATRATOR ESTRANHO. Miniaturização das Tecnologias, São Paulo: ECA/USP, n° 10, mar.95.

AVELLAR, José Carlos. Imagem e som, imagem e ação, imaginação. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1982. (Coleção Cinema).

BABIM, Pierre. Os novos modos de compreender . SP. Paulinas, 1983.

GREENFIELD, Patricia M. O Desenvolvimento do Raciocínio na Era da Eletrônica - os efeitos da TV, computadores e videogames, tradução Cecília Bonamine, São Paulo: Summus, 1988.

LÈVY, Pierre. O que é o virtual? São Paulo, Editora 34 , 1996
8br> LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.

PARENTE, André e (org.). Imagem-máquina: a era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.

PRETTO, N. L e SERRA, C. S., "As Bilbiotecas Virtuais" In: Análise e Dados, 1999.

PRETTO, Nelson De Luca. Uma escola com/sem futuro. Campinas: Papirus, 1996.

PRETTO, Nelson De Luca e (org.). Globalização & Educação: mercado de trabalho, tecnologias de comunicação, educação a distância e sociedade planetária. Ijuí: Ed. Unijuí, 1999.

RAMAL, Andrea Cecília. Educação na cibercultura: hipertextualidade, leitura, escrita e aprendizagem. Porto Alegre: Artmed, 2002.

SILVA, M. (1999). Um convite à interatividade e à complexidade: novas perspectivas comunicacionais para a sala de aula. In: Educação e Cultura: pensando em cidadania. M. A. R. Gonçalves. Rio de Janeiro, Quartet: 135-165.

SILVA, Marco. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2000.

TARDY, M. O professor e as imagens. São Paulo, Cultrix/Ed. da Universidade de São Paulo, 1976.

Vídeos: América, Mas Urbanos, Sala de Notícias, Educática, Matrix

TOPO


Tecnociência, educação e cultura

Coordenador responsável: Nelson De Luca Pretto

Esse eixo articulador envolve a reflexão acerca dos vínculos entre a produção de conhecimento, a presença da tecnologia e a estruturação das diferentes culturas, através de relações construídas historicamente pelas sociedades. Aborda a caracterização e crítica a uma "cultura escolar" instituída no contexto contemporâneo e sua relação com as tecnologias imersas.

Bibliografia básica:

ATRATOR ESTRANHO. Miniaturização das Tecnologias, São Paulo: ECA/USP, n° 10, mar.95.

AUGÉ, M. Não-Lugares: Introdução a uma antropologia da supermodernidade, tradução de Maria Lúcia Pereira, Campinas, SP- Papirus,1994 (Coleção Travessia do Século).

AUGÊ, Marc. Não-lugares: introdução a uma antropologia da supermodernidade. Campinas: Papirus, 1994.


CASTELLS, Manuel. A era da informação: economia, sociedade e cultura - A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra, 1999.

FEYREBEND, P. Contra o Método. tradução de Octanny S. da Mota e Leonidas Hegenberg, Francisco Alves, 1977.

LÈVY, Pierre. O que é o virtual? São Paulo, Editora 34 , 1996

LYOTARD, Jean-François. A condição pós-moderna. Rio de Janeiro: José Olympio, 1998.

MACHADO, Nílson José. Epistemologia e didática: as concepções de conhecimento e inteligência e a prática docente. São Paulo: Cortez, 1995.

MORTIMER, Eduardo Fleury. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000. 384 p.

NEGROPONTE, Nicholas. A Vida Digital, tradução Sérgio Tellartoli, São Paulo: Cia das Letras, 1995.

PRIGOGINE, Ilya e Stengers, Isabelle. A nova aliança: metamorfose da ciência. Brasília: Ed. UNB, 1997.

REVEL, J. A Invenção da Sociedade. tradução de Vanda Anastácio, Difel, Lisboa,1989.

SANTOS, Boaventura de Sousa e (org.). Globalização, fatalidade ou utopia? Porto: Edições Afrontamento, 2001c.

SANTOS, Boaventura de Sousa. Introdução a uma ciência pós-moderna. Rio de Janeiro: Graal, 1989.

SANTOS, M. A natureza do espaço- técnica e tempo- razão e emoção. Hucitec, São Paulo, 1999.

SANTOS, M. Pensando o espaço do homem. São Paulo, Editora Hucitec, 1997


SANTOS, M. Técnica, espaço e tempo: globalização e meio técnico-científico informacional. São Paulo, Editora Hucitec, 1997

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. Rio de Janeiro, São Paulo: Record, 2000.

SILVA, T. D.(ORG.), HUNTER, I. DONALD,J. COHEN, J. J. e GIL, J., Pedagogia dos Monstros, Os prazeres e os perigos da confusão de fronteiras, Autêntica, Belo Horizonte, 2000.

TENÓRIO, R.M. Computadores de Papel: máquinas abstratas para um ensino concreto, Cortez, São Paulo, 1991.

TOPO

Sujeito na contemporaneidade - o homem máquina

Coordenador responsável: Edvaldo Couto

Esse eixo articulador incorpora a discussão sobre a subjetividade humana diante da presença das tecnologias na sociedade. Aborda a imbricação homem-máquina, as relações interpessoais e intrapessoais diante da vivência em um mundo de comunicação generalizada.

Bibliografia básica:

BAUDRILLARD, Jean. Tela total. Mito ironias da era do virtual e da imagem. Porto Alegre, Sulina, 1997.

COUTO, Edvaldo Souza. O homemsatélite. Estética e mutações do corpo na sociedade tecnológica. Ijui, Unijuí, 2000.

HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro, DP&A, 2001.

JOHNSON, Steven. Cultura da interface. Como o computador transforma nossa maneira de criar e comunicar. Rio de Janeiro, Zahar, 2001.

KENSKI, Vani Moreira. Tecnologias e ensino presencial e a distância. Campinas, Papirus, 2003.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo, 34, 1999.

LOURO, Guacira Lopes e alli (Orgs.) Corpo, Gênero e sexualidade. Um debate contemporâneo na educação. Petrópolis, Vozes, 2003.

NOVAIS, Adalto (Org.) O homem-máquina. A ciência manipula o corpo. São Paulo, Companhia das Letras, 2003.

PARENTE, André (Org.) Imagem máquina. A era das tecnologias do virtual. Rio de Janeiro, 34, 1993.

SANTOS, Laymert Garcia dos. Politizar as novas tecnologias. O impacto sócio-técnico da informação digital e genética. São Paulo, 34, 2003.

SCHNITMAN, Dora Fried (Org.) Novos paradigmas, cultura e subjetividade. Porto Alegre, Artes Médicas, 1996.

SIBILIA, Paula. O homem pós-orgânico. Corpo, subjetivade e tecnologias digitais. Rio de Janeiro, Relume Dumará, 2002.

TURKLE, Sherry. A vida no ecrâ. A identidade na era da internet. Lisboa, Relogio D´Água, 1997.

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Políticas públicas de educação e tecnologia

Coordenador responsável: Simone de Lucena Ferreira

Esse eixo articulador trata dos modos de organização da educação no país, nos diferentes níveis da administração pública e privada, no que tange a imbricação com as tecnologias. Aborda planos nacionais e locais, projetos e ações desenvolvidas e os modos de operacionalização no interior de instituições e organizações educacionais.

Bibliografia básica:

AFONSO, Carlos A. Internet no Brasil: o acesso para todos é possível? Policy Paper - ILDESFES; Friedrich-Ebert-Stiftung, n. 26, setembro de 2000, 20 p.

BONILLA, Maria Helena Silveira. Escola aprendente: desafios e possibilidades postos no contexto da sociedade do conhecimento. Salvador, 2002. Tese (doutoramento) – Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação,  Universidade Federal da Bahia/ Faculdade de Educação. 304 p.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental.  Parâmetros curriculares nacionais. Brasília:  MEC/SEF, 1997.

BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental.  Referenciais para formação de professores. Brasília:  MEC/SEF, 1999.

BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros curriculares nacionais. Brasília 2000. Disponível em: <http://www.mec.gov.br/semtec/ftp/Ciências%20da%20Natureza.doc>.

BRASIL. Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Diretrizes curriculares nacionais. Brasília 2000.

BRASIL. Sociedade da Informação no Brasil. Livro Verde. Brasília: Ministério da Ciência e Tecnologia, 2000.

BRUNO, Lúcia. Poder e Administração no Capitalismo Contemporâneo. In: OLIVEIRA, Dalila Andrade (org.). Gestão Democrática da Educação - desafios contemporâneos. Petropólis, RJ: Vozes, 1997.

CHAPARRO, Fernando. Conocimiento, aprendizaje y capital social como motor de desarrollo. Ciência da Informação, Brasília, v. 30, n. 1, jan./abr., p. 19-31.

ELLSWORTH, J. H. and M. V. Ellsworth (1995). Guia de negócios na Internet. São Paulo, Berkeley.

FONSECA, Marília. O Banco Mundial e a Educação a Distância. In: PRETTO, Nelson De Luca e (org.). Globalização & Educação: mercado de trabalho, tecnologias de comunicação, educação a distância e sociedade planetária. Ijuí: Ed. Unijuí, 1999. p. 59-77.

FONSECA, Marília. O Banco Mundial e a Gestão da Educação  Brasileira. In: OLIVEIRA, Dalila Andrade (org.). Gestão Democrática da Educação - desafios contemporâneos. Petropólis, RJ: Vozes, 1997.

LAZARTE, Leonardo. Ecologia cognitiva na sociedade da informação. In: Ciência da Informação, Brasília, v. 29, n. 2, maio/ago., p. 43-51.

LOBO NETO, Francisco J. S. Educação a distância: regulamentação. Brasília: Plano, 2000.

LYON, David. A sociedade da informação: questões e ilusões. Oeiras: Celta Editora, 1992.

OLIVEIRA, R.    Informática educativa: dos planos e discursos à sala de aula. Campinas, Papirus, 1997

PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. Brasília: Plano, 2000.

PRETTO, Nelson De Luca. Desafios da educação na sociedade do conhecimento. 2000. Disponível em: <http://www.ufba.br/~pretto/textos/sbpc2000.htm>. Acesso em: 10 de março de 2002.

PRETTO, Nelson De Luca e (org.). Globalização & Educação: mercado de trabalho, tecnologias de comunicação, educação a distância e sociedade planetária. Ijuí: Ed. Unijuí, 1999.

PRETTO, Nelson De Luca; SERPA, Luis Felippe Perret. A educação e a sociedade da informação. In: DIAS, Paulo; FREITAS, Candido Varela de. Challenges 2001. Actas da II Conferência Internacional de Tecnologias da Informação e Comunicação na Educação. Braga: Centro de Competência Nónio Século XXI da Universidade do Minho, 2001, p. 21-41.

SANTOS, Boaventura de Sousa (org.). Globalização, fatalidade ou utopia? Porto: Edições Afrontamento, 2001c.

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Práticas Docentes

Coordenador responsável: Alessandra de Assis Picanço

Esse eixo aborda questões relacionadas com a concepção de currículo, a partir da problematização do modelo linear diante das perspectivas hipertextuais abertas pelas tecnologias. Envolve a discussão de elementos do cotidiano da prática pedagógica - da relação professor-aluno, da organização do ensino e do espaço-tempo escolar, das metodologias de ensino e da avaliação da aprendizagem, em diversificados ambientes de aprendizagem (escola, ONG, empresa, etc)

Bibliografia básica:

CASTRO, Amelia Domingues de; CARVALHO, Anna Maria Pessoa de; et al. Ensinar a ensinar: didática para a escola fundamental e média. São Paulo: Pioneira, 2001. p. 177-195.

FUSARI, Maria Felisminda de R. e F. Meios de Comunicação na formação de Professores - Televisão e vídeo em questão. São Paulo, 1990. Tese (doutoramento) – Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação, Universidade de São Paulo/FEUSP.

GUTIEREZ, Francisco. Linguagem total - uma pedagogia dos meios de comunicação, tradução por Wladimir Soares. São Paulo : Summus, 1978.

HOFFMANN, Jussara. Avaliação: Mito e Desafio. Porto Alegre, RS, 1993.

LEMOS, André, Cardoso, Cláudio, et al. Uma sala de aula no ciberespaço: Reflexões e sugestões a partir de uma experiência de ensino pela Internet. Bahia Análise & Dados, Salvador, SEI, v. 9, n. 1, julho, p. 68-76.

LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Ed. 34, 1999.

LUCKESI, Cipriano. Avaliação da Aprendizagem Escolar. São Paulo, Cortez, 1997.

MACHADO, Nílson José. Epistemologia e didática: as concepções de conhecimento e inteligência e a prática docente. São Paulo: Cortez, 1995.

MORTIMER, Eduardo Fleury. Linguagem e formação de conceitos no ensino de ciências. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 2000. 384 p.

NORMAN, K. (1998). Collaborative Interactions in Support of Learning: Models, Metaphors and Management. The Digital University - Reinventing the Academy. S. H. a. S. W. e. Reza Hazemi. London, UK, Spring-Verlag: 39-53.

OLIVEIRA, Maria Rita Neto Sales; (org.). Confluências e divergências entre didática e currículo. Campinas: Papirus, 1998. p. 131-152.

OLIVEIRA, R.    Informática educativa: dos planos e discursos à sala de aula. Campinas, Papirus, 1997

PICANÇO, Alessandra Assis. Educação a Distância e Outros Nós: uma análise das telessalas do Telecurso 2000 coordenadas pelo SESI na Bahia. Salvador, 2002. Dissertação (Mestrado em Educação) – Programa de Pesquisa e Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal da Bahia/Faculdade de Educação.

PRETTO, Nelson De Luca. Desafios da educação na sociedade do conhecimento. 2000. Disponível em: <http://www.ufba.br/~pretto/textos/sbpc2000.htm>. Acesso em: 10 de março de 2002.

SILVA, M. (1999). Um convite à interatividade e à complexidade: novas perspectivas comunicacionais para a sala de aula. In: Educação e Cultura: pensando em cidadania. M. A. R. Gonçalves. Rio de Janeiro, Quartet: 135-165.

SILVA, Marco. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2000.

TARDY, M. O professor e as imagens. São Paulo, Cultrix/Ed. da Universidade de São Paulo, 1976.

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Produções acadêmicas

Coordenador responsável: Maria Roseli Gomes Brito de Sá

Nesse eixo serão trabalhados os fundamentos da pesquisa científica e os processos contemporâneos de produção de informação e conhecimento, em especial no campo da educação. Envolve o apoio, estímulo e orientação acadêmica dos alunos, especialmente diante da exigência do trabalho monográfico de conclusão do curso, de modo que seja possível articular os resultados apresentados pelos alunos com as discussões conceituais desencadeadas. Aborda questões relacionadas com a elaboração e gestão de projetos de pesquisa e extensão acadêmica.

Bibliografia básica:

ANDRÉ, Marli Eliza D. A. de. Etnografia da prática escolar. Campinas: Papirus, 1995.

BARBOSA, Joaquim Gonçalves e (coord.). Multirreferencialidade nas ciências e na educação. São Carlos: EdUFSCar, 1998.

BARBOSA, Joaquim Gonçalves e (org.). Reflexões em torno da abordagem multirreferencial. São Carlos: EdUFSCar, 1998.

BOGDAN, Robert e Biklen, Sari. Investigação qualitativa em educação. Porto: Porto Editora Lda, 1999.

CASTRO, Gustavo de; CARVALHO, Edgard de Assis, et al. Ensaio de Complexidade. Porto Alegre: Sulina, 1997.

COULON, Alain. Etnometodologia e Educação. Petrópolis: Vozes, 1995.

FEYERABEND, Paul. Contra o método. Lisboa: Relógio D'Água, 1993.

PENA-VEGA, Alfredo, NASCIMENTO, Elimar Pinheiro do, et al. O pensar complexo: Edgar Morin e a crise da modernidade. Rio de Janeiro: Garamond, 1999.

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INÍCIO


Modalidades de ações

Sessão integradora
Um tipo de atividade que ocorre em um espaço de tempo concentrado e envolve todos os alunos e professores que participam do curso. Atividade obrigatória que ocorre em momentos pontuais do curso - abertura, encerramento e outros intermediários (intermezzos) que têm como finalidade discutir características do curso, socializar produções, analisar o percurso e projetar novas ações, dessa forma criando uma cultura acadêmica.

Grupos de estudo

Nesta modalidade de ação estaremos reunindo grupos de alunos com o objetivo de realizar estudos coletivos sobre as mais diferentes temáticas, estejam elas diretamente ligadas aos eixos articuladores, estejam elas relacionadas à questões emergentes do contexto contemporâneo.

  Palestras

Nesta modalidade estaremos trazendo pessoas (pesquisadores, especialistas, membros da comunidade) experts em sua área, para falar de seus conhecimentos e debater sobre eles com os alunos e professores do curso. Esta ação poderá ser restrita aos envolvidos diretamente com o curso (alunos e professores), bem como poderá ser aberta à participação da comunidade, interna e externa à universidade.

  Mesas-redondas

Nesta modalidade de ação estaremos reunindo grupos de pessoas (pesquisadores, especialistas, membros da comunidade) envolvidos em uma determinada área, para abordarem sobre a mesma, a partir de diferentes perspectivas. Esta ação poderá ser restrita aos envolvidos diretamente com o curso (alunos e professores), como poderá ser aberta à participação da comunidade, interna e externa à universidade.

  Seminários

Aqui estaremos organizando dinâmicas de trabalho com o objetivo de sistematizar e apresentar pesquisas, produtos e trabalhos realizados durante as demais atividades. Esses seminários poderão ou não girar em torno de uma temática específica, assim como poderão contar com a participação de pessoas externas ao curso.

  Visitas de estudo

Nesta modalidade de ação estaremos organizando visitas que envolvam diferentes espaços-tempos, com o objetivo de observá-los, conhecê-los e interagir com os possíveis sujeitos que lá encontram-se implicados, analisando criticamente as ações/relações que ali se estabelecem.

  Interações via rede

Nesta modalidade de ação estaremos utilizando os meios de comunicação disponibilizados na rede Internet - e-mail, listas de discussão, chats, fóruns, blogs, rascunho digital - para estabelecer contato e/ou realizar trabalhos colaborativos a distância. Esse tipo de atividade compreende, ainda, a produção-consumo de conhecimentos e informações disponíveis na rede, através da navegação e da transferência de arquivos; a exploração de ambientes virtuais de simulação através de jogos.

  Oficinas

Estaremos utilizando a dinâmica de oficinas, em pequenos grupos, para promover o aprendizado de linguagens técnicas e a efetiva produção de materiais analógicos e digitais com suporte nas diferentes mídias - impresso, vídeo, cd-rom, rádio, imagem, web - bem como a exploração de softwares de autoria e softwares educativos.

    Sessões cinematográficas

Nesta modalidade de ação estaremos desencadeando a discussão a respeito das temáticas relacionadas ao curso, bem como a respeito da linguagem e da técnica de produção cinematográfica, a partir da exibição de filmes. As sessões poderão envolver pequenos grupos, a turma toda ou estarem abertas à comunidade.

  Estudos orientados

Nesta modalidade de ação os alunos, individualmente, realizarão estudos sobre temáticas de seu interesse, sendo acompanhados por um professor orientador. Tais estudos terão caráter permanente, uma vez que todos os alunos serão acompanhados pelo orientador ao longo de todo o curso. Poderão também ter caráter eventual, quando a temática for mais específica e o orientador for um outro professor do curso.

  Grupos de pesquisa

Os alunos poderão organizar-se em pequenos grupos para realizar pesquisas que visem resolver um problema específico, conceitual ou da prática pedagógica. Para tanto, elaborarão um projeto e desenvolverão a pesquisa com base nos fundamentos da metodologia científica.

  Webconferências e videoconferências

Nesta modalidade de ação estaremos utilizando recursos digitais e analógicos para a realização de conferências a distância. Os conferencistas convidados poderão ser pesquisadores ou especialistas nas temáticas de interesse dos alunos. As conferências poderão ser abertas à comunidade.

  Práticas em comunidade

Nesta modalidade de ação estaremos desenvolvendo projetos de intervenção na comunidade, seja no local de trabalho do aluno ou fora dele. Tais projetos também poderão ser desenvolvidos em conjunto com a comunidade.

  Elaboração de trabalho monográfico

Nesta ação os alunos terão encontros coletivos mensais para a definição, socialização e (re) construção do trabalho monográfico. Esta atividade terá participação de pesquisadores convidados.

  Elaboração de memorial

Esta ação é atividade específica de produção e registro do processo formativo. Os alunos deverão desenvolver, individualmente, uma narrativa própria acerca dos processos vividos no decorrer do curso. Para tanto, será utilizado um Blog - diário virtual.
Além dessas ações previstas, faz parte da organização curricular do curso incentivar os alunos a participarem de eventos externos relacionados com a temática do curso, seja como ouvintes ou como autores de trabalhos. Tais atividades serão incorporadas ao currículo do aluno após um processo de validação que compreenderá o registro da atividade pelo aluno, o debate com os demais alunos e professores, e a "validação" pelo professor orientador.

 

INÍCIO

 


Condições de Acesso

A seleção dos inscritos no curso será realizada a partir da análise do currículo vitae e de memorial descritivo, apresentados no ato da inscrição, e de entrevista, em local e data a serem informados pela coordenação do curso. No memorial descritivo o candidato deverá apresentar um relato de sua experiência docente, a sua relação com o uso das tecnologias no âmbito pessoal e profissional, e a sua expectativa no que se refere a capacitar-se para o uso das TIC nos processos pedagógicos.

 

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Operacionalização

Esse curso está estruturado como um território a ser explorado. Assim, cada aluno deverá elaborar o seu percurso (ver imagem, p. 27), cronograma de estudo e produção acadêmica a partir das atividades curriculares oferecidas, as quais articulam-se em torno dos eixos e das modalidades de ações considerados relevantes pela proposta do curso, garantindo a integralização da carga horária mínima exigida no curso dentro dos limites impostos pelo tempo de duração do curso (ver fluxograma, p. 22).
As atividades curriculares podem incorporar, simultaneamente, diferentes eixos articuladores e estarem baseadas em diferentes modalidades de ação (ver imagem, p. 28). As atividades serão propostas (ver formulário em anexo) por professores, alunos ou pela equipe de coordenação do curso, submetidas á análise, para que possam, em sendo aceitas, serem validadas e viabilizadas como parte da dinâmica curricular do curso. As atividades presenciais serão realizadas em dias, horários e locais pré-definidos, envolvendo o total dos alunos matriculados no curso ou sub-grupos de alunos inscritos em cada atividade, bem como professores e monitores. Cada atividade será descrita por um título, um professor responsável, uma carga horária delimitada e um programa. No caso de uma mesma atividade envolver mais de um eixo articulador, a carga horária equivalente será distribuída entre esses eixos, segundo deliberações da coordenação do curso.
Numa linha de tempo, o curso funcionará em torno de 4 ciclos iniciados por sessões integradoras. A primeira sessão, que ocorrerá na abertura do curso, estará voltada para a apresentação dos fundamentos e o funcionamento da proposta; apresentação do grupo de profissionais envolvidos; inscrição dos alunos nas atividades curriculares; distribuição de materiais para os alunos; apresentação do ambiente e das ferramentas que estarão disponíveis no sítio do curso, bem como introdução à dinâmica de trabalho. A cada 3 meses, aproximadamente, novas sessões integradoras - Intermezzos - serão realizadas com o objetivo de socialização, avaliação das produções desenvolvidas, em cada período, e planejamento do ciclo seguinte através da formalização de propostas de atividades e definição de novos encaminhamentos para o curso. O encerramento do curso ocorrerá em uma sessão integradora que terá como objetivo principal a apresentação pública dos trabalhos monográficos produzidos pelos alunos e o levantamento de possibilidades de continuidade desses trabalhos.
O curso contará, ainda, com uma dimensão estruturante, na qual serão desenvolvidas atividades mediadas pela interação via Internet, através de um ambiente virtual disponível no site http://www.faced.ufba.br/gec/tic. Nesse ambiente serão disponibilizados arquivos digitais e criados espaços de interação entre professores e alunos, o que inclui o uso de correio eletrônico, participação em grupos e fóruns de discussão, bate-papo, conferências com transmissão-recepção de áudio e vídeo. Nessa dimensão, todos os envolvidos no curso estarão em conexão permanente, paralela, integrada e integrante ao conjunto das demais atividades, possibilitando uma articulação em refluxo entre os temas abordados e ações realizadas nos diferentes momentos e também o desenvolvimento de uma cultura tecnológica.
Ao criar um espaço e tempo da produção coletiva de conhecimento, a dimensão rede potencializará e evidenciará a dinâmica própria do processo educativo contemporâneo, fazendo com que seja vivenciada uma práxis pedagógica que se auto-organiza, continuamente, em meio à instabilidade caótica e mutante própria da realidade.
As atividades desenvolvidas pelos alunos, em paralelo e fora do curso, que tenham relação com o mesmo, serão incorporadas ao currículo após um processo de validação que compreenderá o registro da atividade pelo aluno, o debate com os demais alunos e professores, e a "aceitação" pelo professor orientador.
Todas as normas de operacionalização serão definidas no Regulamento do Curso a ser aprovado pelo Colegiado do Curso, segundo determinações da Resolução n. 06/00 do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UFBA.
O esquema a seguir procura explicitar algumas possibilidades de organização de atividades propostas na dinâmica do curso, na sua imbricação com os eixos articuladores:

Funcionamento do Curso

PRIMEIRO
MOVIMENTO
A1 C1 D1 E1 F1
ITERMEZZO
dd dd ddd dd
"ENCERRAMENTO"
OUTROS NÓS
A2
B1 C2 E1 F2 G1 dd dd dd dd
A2
B2 C1 E1 F3 23 33 33 33
A3
C3 D1 E1 F4 33 33 33 33
A3
B3 C2 F5 G2 ww 22 33 33
A3
B3 D2 F6
REDE

 

A1, A2... An, B1, B2... Bn... - atividades curriculares
Rede – dimensão estruturante

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Fluxograma

Esse curso tem a duração mínima de 360 horas e máxima de 500 horas. Nessa carga horária não serão computados o tempo de estudo individual ou em grupo, sem assistência docente, nem o reservado, obrigatoriamente para a elaboração do trabalho monográfico que deverá ser diluído ao longo do curso.
O curso é estruturado de modo a permitir a cada aluno construir, de forma orientada, o seu percurso de aprendizagem, considerando suas demandas/interesses. Para integralizar sua carga horária, o aluno fará seu percurso nos seis eixos articuladores, necessitando cumprir um mínimo de 30h em cada eixo, 60h em rede e 75% da carga horária oferecida como sessões integradoras. As demais horas necessárias para integralização curricular poderão ser cursadas nas atividades dos eixos de sua preferência.
As atividades externas, que serão incentivadas, a exemplo das diferentes formas de participação em eventos, uma vez validadas, corresponderão a 2h cada, não podendo, em seu conjunto, ultrapassar a 10% da carga horária mínima do curso.

 

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Avaliação

A avaliação do curso tem caráter processual e se baseia em critérios como a coerência das análises, reflexões, comentários dos alunos, o desenvolvimento da base teórico-metodológica e a participação nas atividades.
Será exigida a apresentação, ao final do curso, de um trabalho monográfico escrito, sendo orientado por professor do curso, associando a reflexão sobre um tema específico e a trajetória curricular vivenciada. Esse trabalho poderá estar associado à produções realizadas em outras linguagens, que não só a escrita/impressa. A produção e apresentação desse trabalho, em defesa pública, na sessão integradora de encerramento do curso, são condições necessárias para a aprovação do aluno. Será convidado um professor, que tenha inserção na temática abordada no trabalho monográfico, para a emissão de parecer crítico sobre o mesmo, considerando o conjunto das produções e instrumentos de acompanhamento dos alunos disponíveis, com o objetivo de contribuir com a avaliação final do aluno, a qual está sob competência do orientador.
O orientador e a proposta de trabalho monográfico poderão ser definidos no início do curso, sendo que o orientador constituir-se-á num companheiro de viagem do aluno. A escrita do trabalho monográfico deverá ocorrer simultaneamente ao desenvolvimento do curso, com um tempo reservado, obrigatoriamente, pelo aluno para esse trabalho.
O registro dessa viagem, ou seja, do percurso de interação entre orientador e o aluno, será informado pelo orientador através da ficha de acompanhamento do aluno. Desse modo serão sistematizados os registros descritivos e analíticos oriundos do processo de avaliação das atividades realizadas pelo aluno. No caso do registro de atividades externas, cuja validação venha a ser requerida pelo aluno, será explicitada nessa ficha a justificativa da validação ou não da atividade, para fins de integralização curricular nos limites estabelecidos pelo fluxograma do curso.
Os alunos deverão desenvolver a escrita individual através de um Blog - diário virtual, no qual será construída uma narrativa própria acerca dos processos vividos no decorrer do curso.
Deverão também realizar produções em diversas linguagens, onde expressarão as articulações entre as reflexões realizadas e as práticas pedagógicas desenvolvidas no curso.
A nota mínima para aprovação do aluno será 7,0.

 

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Titulação

Para receber o Título de Especialista em Tecnologia e Novas Educações, o aluno deverá participar em pelo menos setenta e cinco por cento (75%) da carga horária mínima do curso e ser aprovado com nota igual ou superior a 7,0 na avaliação final.


Cronograma

mês Atividade

01

02

03

04

05

06

07

08

09

10

11

12

Reuniões Integradas

XX

 

 

XX

 

 

XX

 

 

XX

 

XX

Atividades presenciais

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

Monografia e resultados finais

 

 XX

XX 

XX 

XX 

XX 

XX 

XX 

XX 

XX 

XX 

XX 

Atividades de orientação para a monografia

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

XX

Interação via REDE

CONTÍNUA

A definição do cronograma é parte do desenvolvimento do curso e será definido ao longo do processo.

 

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Profissionais Envolvidos



Nelson De Luca Pretto

Doutor em Ciência da Comunicação - USP.  Pós-Doutorado - University of London, UL, London, Inglaterra. Professor e Diretor da FACED/UFBA (Responsável pela proposta)

Maria Helena Silveira Bonilla

Doutora em Educação. Professora da FACED/UFBA (Responsável pela proposta)

Alessandra de Assis Picanço

Professora da UNEB/Campus XVI. Doutoranda FACED/UFBA (Responsável pela proposta)

Edvaldo Couto

Doutor em Educação - Unicamp. Professor da FACED/UFBA (docente)

Simone de Lucena Ferreira

Mestre em Educação. Doutoranda FACED/UFBA (docente)

Maria Roseli Gomes Brito de Sá

Doutora em Educação. Professora da FACED/UFBA (docente)

Menandro Ramos

Professor da FACED/UFBA. Doutorando FACED/UFBA. (docente)

Paulo Cezar Oliveira

Mestrando FACED/UFBA (docente)

Maria Inez Carvalho

Doutora em Educação. Professora da FACED/UFBA (docente)

Fábio Azevedo

Mestrando FACED/UFBA (docente)

Ana Paula Costa

Doutoranda FACED/UFBA (docente)

Lynn Alves

Professora da UNEB/Campus I. Doutoranda FACED/UFBA (docente)

Renata Nascimento

Graduanda em Pedagogia FACED/UFBA, (Monitora)

Rozane Suzart

Graduanda em Licenciatura em Desenho e Plástica FACED/UFBA. (Web Design)

Renato Lima Novais

Graduando em Ciência da Computação. (Analista de Sistemas)

Cristiane Delecrode

Graduada em Artes Plásticas UFES (monitora)

Kariene da Silva Simões Santos

Graduanda em Pedagogia FACED/UFBA (monitora)


Profissionais convidados com titulações diversas

Telma Brito

Mestranda FACED/UFBA

Jamile Borges

Doutoranda FACED/UFBA

Adriane Halmann

Mestranda FACED/UFBA

Lucas Rocha

Graduando em Ciência da Computação – IM/UFBA

Aurélio Heckert

Graduando em Ciência da Computação – IM/UFBA

Tânia Batista

Professora da FACED/UFCE. Doutoranda FACED/UFBA

Cleide Aparecida Rodrigues

Professora da FACED/UFG. Doutoranda FACED/UFBA

Edemilson Jorge Brandão

Doutor em Educação. Professor da UPF.

Paulo Gileno Cisneiros

Doutor UFPE

Roberto Aparici

Doutor UNED-Espanha

Andréa Lago

Professora da Jorge Amado. Mestranda ICI/UFBA

Isabel Cristina Auler Pereira

Professora da UNITINS 1. Doutoranda FACED/UFBA

Maria Lourdes F. Gonzalez

Professora da UNITINS 2. Doutoranda FACED/UFBA

Ivana Schinitman

Doutoranda em Technology Education - West Virginia University

Daisy Oliveira

Mestre – Ensino, Filosofia e História das Ciências/UFBA

Fernanda Teixeira

Pesquisador

Wagner Meire

Doutor - UFMG

Luca Tozelli

Doutor - Itália

André Lemos

Doutor FACOM/UFBA

Marco Silva

Doutor UERJ

Sidnei Álvaro Lima

Especialista em Organização e Processo do Ensino Superior. Graduado em Pedagogia FACED/UFBA

 

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Serviços

Cadastros individuais no Site Yahoo (gratuito)

Cadastro no Site Tivejo - Webconferência

Elaboração do Projeto de Site

Gráfica e Editoração - Reprodução e encadernação dos materiais didáticos

Reprodução de material digitalizado

Teleconferência

Reprodução de impressos

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Infra-estrutura disponível

Faculdade de Educação/UFBA

Faculdade de Educação/UFBA

Biblioteca Anísio Teixeira

Laboratórios de Informática com acesso a Internet

Terminais públicos de acesso a Internet

Espaço multimidiático (TV, vídeo, rádio, computador, som, projeção e conexão)

Provedor de Internet

Salas de aula e auditórios

 

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Percurso do aluno

 

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Atividades Curriculares